Sobre a LIDEPPE

Fundada em 1994,  a LIDEPPE – Liga dos Detectives Privados Portugueses e Europeus, prossegue  nas iniciativas  junto do Estado para a sensibilização da necessidade de  ser criada a regulamentação da atividade de detetive privado em Portugal, hoje e mais do que nunca, dá continuidade ao seu projecto com uma convicção reforçada em alcançar as metas e objectivos para a dignificação da classe dos detetives privados em Portugal.

Com sede na cidade do Porto, tem estabelecido um intercâmbio com associações e detectives privados europeus. A unificação da classe é o mais importante passo para uma sólida e organizada representação da profissão de detetive privado.

Na atual conjuntura existe uma clara e generalizada adaptação sobre a existência e atuação dos detetives privados em Portugal, e respetivos serviços que são desenvolvidos, sendo visto como um reconhecimento por parte da sociedade na procura pela contratação de profissionais da investigação privada,  tanto ao nível particular como comercial e industrial.

Visando prosseguir os fins a que se destina, a LIDEPPE age em representação e defesa dos seus filiados, e do exercicio de uma profissão que se revela tão nobre quão digna.

Constituem nomeadamente os fins da Liga:

  • A representação da classe a nivel nacional como internacional;

  • Representar os seus filiados na defesa dos seus interesses estatutários, sociais, econômicos e deontológicos;

  • Integrar comissões de estudo e grupos de trabalho governamentais, sindicais, judiciais ou privados, constituidos para proceder à análise de assuntos de relevante interesse para a profissão dos detetives privados;

  • Emitir pareceres sobre quaisquer assuntos respeitantes à atividade profissional, quando consultada;

  • Promover o intercâmbio de experiências profissionais entre os seus filiados, bem como os colegas de outros países;

  • Organizar cursos, conferências e reuniões para formação profissional e valorização profissional;

  • Programar as ações necessárias para conseguir melhorias sociais e econômicas dos seus filiados;

  • Servir de mediador nos conflitos surgidos entre profissionais do sector;

  • Representar e defender os seus filiados perante a Adminstração do Estado e demais entidades, organismos e instituições públicas ou privadas, mediante as acções que se considerem adequadas, colaborando em tudo o que seja requerido, desde que não se oponha aos fins que visa prosseguir;

  • Emitir a carteira profissional de acordo com a legislação que venha a ser aprovada pelos órgãos competentes;

Diário da Républica-III Série-Nº52-3-3-1994